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Lucia Borges

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FAMÍLIA OU GRUPO:_Solanaceae

NOMES DAS PRINCIPAIS PLANTAS: Pimenta malagueta (Capsicum frutescens) , Pimenta-dedo-de-moça (Capsicum baccatum) , Pimenta biquinho (Capsicum chinense) e pimenta-ornamental ou mini-pimentão (Capsicum annus).

ORIGEM: Muitas espécies são americanas, inclusive do Brasil

CARACTÉRISTICAS MORFOLÓGICAS GERAIS: Todas as espécies mostradas são arbustivas da família solanáceas. O Porte varia entre 40 a 1,50m de altura, dependendo da espécie. As maiores necessitam de vasos maiores e as vezes devem ser tutoradas, por causa do peso dos frutos. As flores quase sempre são pequenas e brancas.

CARACTERÍTICAS MORFOLÓGICAS DAS ESPÉCIES:

– Pimenta malagueta (Capsicum frutescens) é bem ardida, com frutos pequenos (3cm) eretos e compridos.
– Pimenta-dedo-de-moça (Capsicum baccatum) tem folhas e frutos semelhantes aos da malagueta, porém são maiores é um pouco menos ardida que a malagueta,
– Pimenta biquinho (Capsicum chinense) tem folhas bem ovaladas e pontiagudas, frutos arredondados com pontinha (biquinho) tem pouca ardência
– e pimenta-ornamental ou mini-pimentão (Capsicum annus), variedades bem coloridas, mais compactadas desenvolvidas de cruzamentos. Podem ser comestíveis, dependendo da variedade é ardida ou não,

CULTIVO:

LUZ: Sol pleno de 4 a 6 horas por dia
REGA: Frequente sem deixar solo encharcado
TERRA/SUBSTRATO: Mistura clássica
ADUBAÇÃO: Equilibrada, de preferencia orgânica
PODA: Limpeza e produção após coleta dos frutos
REPRODUÇÃO: Sementes e estacas

USO PAISAGÍSTICO: Apesar de serem usadas em hortas são muito ornamentais e formam lindos vasos, canteiros e jardineiras

CURIOSIDADES: A capsaicina é a substancia que produz ardência é encontrada nos frutos das pimentas. Elas são classificadas pela quantidade desse composto, quanto maior concentração de capsaicina mais ardida é a pimenta.

NOME BOTÂNICO:_Aphelandra squarrosa

NOME POPULAR: Afelandra, espiga dourada, planta zebra

ORIGEM: Nativa do Brasil

CARACTÉRISTICAS MORFOLÓGICAS: Planta herbácea ereta com porte de 30 até 90cm de altura, conforme a variedade. Folhas grandes, elípticas, alongadas, com nervuras claras bem demarcadas e muito ornamental. As inflorescências são terminais (surgem na ponta dos caules) em forma de espigas amarelas, com flores tubulares amarelas ou brancas, surgem no decorrer do ano (principalmente nas estações mais quentes). Atraem beija-flores.

CULTIVO:

LUZ: meia sombra
REGA: moderada.
TERRA/SUBSTRATO: rica em matéria orgânica
ADUBAÇÃO: rica em fósforo no início da primavera e início do verão, alternando com uma adubação equilibrada no outono.
PODA: de brotação, para estimular a planta ramificar, normalmente feita no final do inverno e poda de limpeza
REPRODUÇÃO: por estacas de caule

USO PAISAGÍSTICO: vasos e jardineiras em ambientes internos com boa claridade, formando maciços ou bordaduras de canteiros na meia sombra

CURIOSIDADES:

– Planta da família dos camarões.
– Existem outras espécies de afelandra com flores avermelhadas
– Tolera climas frios e nestes climas suportam um pouco de sol direto

NOME BOTÂNICO:_Plectranthus saccatus

NOME POPULAR: Ametista

ORIGEM: Nativa da África do Sul, porém existem híbridos

CARACTÉRISTICAS MORFOLÓGICAS: Planta herbácea ramificada, as vezes reptante (quanto cultivada em canteiros) com porte de até 50cm de altura. Folhas ovalada, pilosas, denteadas, verde por cima e arroxeada por trás, levemente aromática. As inflorescências são terminais (surgem na ponta dos caules) em forma de espigas, com flores tubulares lilases e com pintas arroxeadas, surgem no decorrer do ano (principalmente nas estações mais quentes).

CULTIVO:

LUZ: meia sombra (pode receber um pouco de sol nas horas amenas)
REGA: frequência, sem deixar a terra encharcada.
TERRA/SUBSTRATO: Porosa ou fibrosa e rica em matéria orgânica
ADUBAÇÃO: rica em fósforo
PODA: de limpeza ou depois de dois anos uma poda brotação para estimular o enfolhamento
REPRODUÇÃO: por estacas ou mergulhia (caules enraizados)

USO PAISAGÍSTICO: vasos, canteiros, jardineiras, formando maciços ou bordaduras de canteiros

CURIOSIDADES:

– Planta da família do dólar.
– Tolera climas frios e nestes climas suportam um pouco de sol direto

A  jardinagem trás diversos benefícios, as plantas alem de embelezar purificar o ar que respiramos. Porem elas nos ajudam muito mais do que isso, elas aliviam situações de ansiedade e estresse. Estar em um jardim e cuidar das plantas melhora muito nossa qualidade de vida. Obrigada por assistir, curta se gostou do video e se inscreva no canal caso ainda não seja inscrito.

A chegada do verão e o aumento do calor favorecem a reprodução dos mosquitos e pernilongos, assim é importante nos proteger. Além do uso de repelentes, que podem ser naturais ou não, podemos também cultivar plantas aromáticas que repelem naturalmente estes insetos. Dentre elas podemos citar cinco espécies: a citronela, hortelã, manjericão, alecrim e lavanda que além de conter óleos essenciais que repelem pragas também deixam nossas casas mais charmosas.

Em geral as plantas aromáticas e repelentes apreciam sol pleno, regas regulares e terra rica em matéria orgânica. A não ser a lavanda e alecrim que se desenvolvem bem também em terras mais arenosas. Para melhor efeito é interessante ter mais de um exemplar da planta, de preferencia para ser mais eficaz , devemos criar um conjunto ou maciço destas plantas.

Exemplos de plantas e para que são repelentes:

Alecrim: carrapatos, mosquitos, pulgas
Citronela: borrachudos e pernilongos.
Cravo-da-índia: moscas, formigas, traças.
Eucalipto: formigas, moscas e mosquitos.
Extrato de baunilha: moscas e mosquitos.
Hamamélis: Esta erva serve como solvente, substituindo o álcool na composição dos repelentes. Pode ser encontrada em jardins de verão ou em lojas de produtos orgânicos.
Hortelã: carrapatos, formigas, moscas, mosquitos, percevejos.
Lavanda: mosquitos.
Laranja ou limão: moscas.
Manjericão: moscas e mosquitos.
Poejo: formigas, moscas, mosquitos, pulgas e traças.
Sálvia: moscas, mosquitos, abelhas, besouros e mariposas.
Tomilho: pulgas e percevejos.

RECEITAS DE REPELENTES

Repelente natural à base de citronela

Para produzir o repelente natural, será necessário:

– 200 gramas de citronela

– 1 litro de álcool 70%

– Um vasilhame escuro

Como preparar:

Pegue as folhas de citronela e misture com ½ litro de álcool 70% em um vasilhame escuro e mantenha tampado por 8 dias em local seco e sem iluminação. Deve-se agitar todos os dias, duas vezes ao dia. Depois disso, coar as folhas e adicionar mais ½ litro de álcool.

Outra forma simples também, que pode ser utilizada para ambientes, é cortando suas folhas e expondo ao ar livre, isso já é suficiente para que a planta solte seu odor.

Se você tiver um difusor de água, deixe-o em ambientes de até 16 m² e pingue três gotas de óleo essencial de citronela na água a cada cinco horas. Isso também ajudará a manter os pernilongos afastados.

Uma outra opção é fazer velas caseiras de citronela e deixá-las acesas nos cômodos: além de ser uma alternativa ecologicamente correta, a sua casa estará protegida e com um aroma agradável, semelhante ao aroma do eucalipto.

Repelente natural à base de ervas secas ou frescas

Se você preferir, para produzir um repelente natural, você também pode utilizar a erva in natura. Para isso, você vai precisar de:

– Água natural fervida;

– Folhas de hamamélis ou álcool;

– Ervas a sua escolha: hortelã pimenta, hortelã, citronela, alfazema.

É recomendável utilizar pelo menos uma espécie de hortelã para dar maior eficiência ao repelente.

Como preparar:

Utilize um copo de água fervida (~200mL) e acrescente de 3 a 4 colheres de sopa da erva. Mexa bem, cubra e deixe esfriar (cobrir é importante para manter os óleos voláteis dentro). Depois de resfriado, coe as ervas e misture a solução com uma xícara de hamamélis ou álcool. Por último, armazene em um frasco de spray e mantenha a solução na geladeira.

Repelente caseiro para borrifar no corpo

Para esta receita, utilize 500 ml de álcool; 2 colheres de sopa de cravo da índia e 100 ml de óleo de amêndoas doce.

Coloque o álcool numa garrafa de vidro de 1 litro e adicione os cravos. Deixe o cravo no álcool por 4 a 8 dias, agitando algumas vezes durante o dia – quanto mais agitado e infuso, mais concentrado fica. Dessa forma, o álcool extrai o óleo essencial do cravo. Depois do tempo determinado, acrescente o óleo de amêndoas e coe tudo.

Ponha em frascos com tampa borrifadora e aplique em determinadas regiões do corpo, as mais expostas. A reaplicação deverá ser realizada de 6 em 6 horas.

Repelente natural de Limão ou Laranja

Você vai precisar somente de:

– Uma unidade de Limão ou Laranja

– De 15 a 20 cravos da índia

Como preparar:

Selecione uma das frutas e parta ao meio. Em seguida, espete os cravos da índia na superfície da fruta cortada. Isso será o suficiente para que o odor dos cravos se espalhe pelo ambiente afastando os insetos.

Além do uso de plantas repelentes é importante alguns cuidados para evitar os mosquitos, como: não deixar água nos pratos dos vasos, não deixar recipientes sem tampa com água e colocar areia nos pratos dos vasos.

É fundamental estudar a história dos jardins, pois é o reflexo do relacionamento humano com a natureza. A própria palavra jardim vem da junção do hebreu “gan” (proteger, defender) e “éden” (prazer, delícia) e expressa de certa forma a imagem de um pequeno mundo ideal, perfeito e privativo. Portanto, os grandes jardins da história são como um vocabulário do desenho idealizado da paisagem, como cada civilização desejava que ela fosse. É sobre essa tradição que se assentam nossas práticas e posturas em relação à paisagem.

Jardim é um terreno onde se cultivam plantas ornamentais, úteis ou para o estudo, é também uma obra de arte, com elementos vivos e inertes, no qual o homem procura, nos momentos de lazer, um contato com a natureza. Estão presentes em todo percurso da história da humanidade e, certamente, em suas origens se vinculam à da própria agricultura, com a domesticação das primeiras plantas úteis, ainda na pré-história. Ao longo de toda história ocorre transformações que podem ser caracterizadas pelos estilos próprios de cada época e cultura.

Pérsia, China e Egito foram os locais das mais antigas civilizações conhecidas, e são no geral regiões áridas. Água sempre foi um recurso fundamental, e irrigação uma palavra mágica. Num clima quente e seco, sombra e água fresca são tudo o que se quer, e assim os primeiros jardins incluíam tanques, canais de irrigação e árvores para sombra. O desenho e as plantas utilizadas tinham a agricultura como referência: árvores frutíferas, condimentos, plantas de uso ritual e muita linha reta. No Egito, o religioso era um traço marcante nos jardins dos faraós, com plantas sagradas como o lótus, o papiro e a tamareira.

A partir do renascimento, durante o século XVI, surgiram três estilos de jardins europeus que influenciaram toda a jardinagem, o italiano, inglês e francês. Contudo pode-se considerar que existem pelo menos cinco estilos básicos de jardins, todos eles influenciados pelos antigos estilos e que sofreram evolução:

Jardim Clássico ou formal: Possui equilíbrio rígido e formal, um desenho geométrico, se caracteriza por apresentar: linhas geométricas e simetria do traçado, círculos, retângulos, triângulos e semicírculos, combinam-se para compor uma paisagem desenhada com régua e compasso. Este estilo de jardim vem da época do esplendor na França e na Itália. Nele não podem faltar sebes baixas e rigorosamente aparadas, que emolduram canteiros onde as flores exercem um papel apenas secundário. Figuras de topiarias, esculturas clássicas e fontes fazem o complemento ideal.

Jardim naturalista ou informal: Também chamado de estilo Inglês, rompe a retidão e simetria das linhas e distribuição dos maciços promovendo uma nítida aproximação com a natureza. Predominado pelas linhas curvas das alamedas, conduz à observação tanto de pontos de destaque, através de espaços deixados entre maciços, quanto de impedir totalmente a vista do observador, através da implantação de maciços em locais estratégicos, causando a impressão, de se estar caminhando dentro de uma mata fechada. Nos parques de Estilo Inglês, estão presentes grandes gramados, com amplos caminhos e se valoriza a topografia do terreno. Plantas floríferas compõem grandes manchas coloridas sobre o verde, onde árvores aparecem em pequenos grupos. A mais antiga menção de ajardinamento, vem da China, onde o homem agrupou plantas tentando imitar a natureza e este foi o embrião do Estilo Paisagístico (Inglês).

Estilo Desértico ou Rochoso: Mostra uma paisagem árida, caracterizando um pequeno oásis ou um pé de serra na região de cerrado. Uso de pedriscos e areia grossa, no lugar dos gramados, para forrar o solo é bastante comum. Os cactos e as chamadas plantas suculentas se integram facilmente a esse estilo. Uma ou outra palmeira de regiões áridas como a macaúba e o licuri, arvoretas de tronco retorcido além de arbustos esgalhados também podem fazer parte desse tipo de jardim.

Estilo Oriental: Este jardim muitas vezes é um jardim em miniatura, composto por um desenho rígido e simples, arquitetado com bonsai. O jardim oriental utiliza magnólias, azaléias, coníferas, bambus, pedras e sempre possuem um recanto aquático. Este jardim tem como objetivo pacificar o espírito, equilibrá-lo em contato com a natureza e abri-lo a meditação. É cheio de simbolismo, tem como um de seus principais fundamentos o culto à Natureza. Em decorrência disso alguns elementos têm presença quase obrigatória em um jardim japonês ou oriental. Pedras de rio, dispostas a sugerir que a própria natureza as colocou ali, e em numero impar, preferivelmente três, cinco ou sete (números da felicidade). Água seja formando pequenos lagos, riachos ou cascatas, para induzir o homem a enxergar-se a si mesmo. Lamparinas de pedras, que representam o espírito bom e iluminado, que afastam a negritude do mal. E o uso de poucas plantas, mas de grande beleza e ocupando lugar de destaque são características presentes neste estilo.

Jardim Tropical: O expoente máximo dentro do jardim tropical foi à criação de Burle Marx. Seus jardins passaram a valorizar nossas plantas e folhagens, e num movimento de antítese aos jardins europeus, o mestre direcionou-se para suas nuances e texturas, relegando a segundo plano o uso de flores delicadas e românticas.    Seu uso de plantas estruturais e gigantes, e seu estilo natural, valorizaram as nossas matas, como fontes de inspiração para os jardins. O jardim tropical tenta criar um ambiente paradisíaco de uma ilha tropical, com a presença de muito verde e muitas flores. Neste estilo é fundamental um gramado, uma área sombreada e talvez uma cascata ou uma lâmina d’água.

Nos tempos atuais o estilo Contemporâneo é o mais aplicado. As composições são mais limpas, menos rebuscadas. As plantas estão dispostas de maneira organizada, procurando efeitos agradáveis e surpreendentes. É um estilo livre que tenta alcançar uma integração entre o jardim e a arquitetura local, não havendo rigidez quanto a sua composição.

O que são PANC?

Acrônimo com sonoridade engraçada, que às vezes remete ao punk (do movimento de rock que nasceu nos anos 70), foi criado recentemente pelo botânico e professor da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) Valdely Kinupp para caracterizar aquelas plantas que tem uso comestível/culinário mas que, por uma série de fatores, não são tão comuns no dia a dia das pessoas e nem tem visibilidade econômica…ainda!

Conceito

Plantas alimentícias não convencionais, muitas vezes velhas conhecidas de nossos avós e parentes do interior, algumas delas simplesmente caíram no ostracismo com o crescimento das cidades, sendo relegadas a segundo plano, consideradas como “comida de boi”, “mato”, “comida de pobre”, “famine food”, dentre outras denominações pejorativas. Geralmente são espontâneas, não cultivadas e mais resistentes a pragas, doenças e condições climáticas adversas que a maioria dos legumes, frutas e hortaliças que vemos nos sacolões. Também entram nessa categoria as partes não convencionais de plantas “normais”, tais como: umbigo de banana, medula do mamoeiro, raiz do chuchu, folha de beterraba, dentre outros.

No entanto essa situação vem mudando dia após dia, principalmente depois que alguns chefs e apresentadores de TV começaram a utilizar de algumas dessas plantas em sua cozinha.

Essas plantas geralmente são mais nutritivas do que as que compramos nos mercados e estão menos sujeitas à contaminação por agrotóxicos e agroquímicos, por não serem cultivadas geralmente. Representam muito os conceitos de soberania e segurança alimentar, que tanto estão em voga no discurso ecológico e ambiental contemporâneo.

Na cidade, mesmo com o aparente “sufoco” de prédios e concreto, é possível encontrar inúmeras espécies de plantas comestíveis não convencionais que tem uso na tradição de algumas culturas (não só a nossa). Também é possível visualizar muitas plantas que seu principal uso é ornamental porém possuem uso comestível desconhecido por grande parte das pessoas.

O que é necessário para uma planta ser PANC?

Basta que ela não tenha uso corrente pelas pessoas, não seja facilmente encontrada em supermercados e sacolões, não seja reconhecida facilmente pelas pessoas, não tenha uso comercial em escala, seja de uso tradicional em algumas regiões (algumas vezes o que é PANC para alguém em Minas Gerais não o é para alguém no Pará!).

Ex: Ora pro nobis (Pereskia aculeata) e taioba (Xanthosoma taioba) são bem conhecidas pelos mineiros porém no resto do Brasil praticamente desconhecidas, apesar de serem bem comuns.

Como saber se alguma planta é PANC?

Essa pergunta é quase impossível de ser respondida, pois grande parte do conhecimento relativo às PANC vem de estudos etnobotânicos que remontam as tradições e usos das plantas nas diversas regiões do mundo. Porém, com alguma observação mais atenta e ajuda de amigos botânicos (ou do livro do Kinupp), é fácil reconhecer algumas PANC comuns em ambientes antropizados (modificados pelo homem), tais como: beldroega, caruru, melão de são caetano, picão, etc. Há também grupos no Facebook com discussões interessantes, tais como “PANC” e “Identificação botânica”, e blogs fantásticos sobre o tema: “Matos de comer”, do educador ambiental Guilherme Ranieri, “Come-se”, da nutricionista Neide Rigo, e “Jaca Verde Panc”, de minha autoria. De qualquer forma, se não souber ou não tiver certeza que o vegetal é comestível, não coma!!!

É possível colher algumas PANC na cidade?

Sim, desde que o consumo delas seja ocasional, ou que elas sejam coletadas em lugares onde não há trânsito intenso, nem lixo ou áreas de descarte de objetos próximas ao vegetal. Árvores altas e frutíferas são menos suscetíveis a contaminações do que espécies herbáceas e arbustivas. Todo cuidado é pouco! Plantas em lugares com muito tráfego tendem a acumular metais tóxicos em seus tecidos, sendo o uso de suas partes não recomendável ao longo prazo.

Comendo o seu jardim

É possível fazer um jardim comestível? Claro, basta encontrar espécies que dialoguem seu uso comestível com o uso ornamental que logo se tornam ótimas opções para jardins, internos, externos e verticais!

Está curioso para saber algumas PANC comuns em jardins? Separei aqui algumas bem interessantes e muito usadas no paisagismo!

Beijinho (Impatiens walleriana)
Beijinho (Impatiens walleriana)

1 – Beijinho (Impatiens walleriana) – Além de ser muito usada no paisagismo para dar cor aos jardins, principalmente na sombra, o beijinho é tão espontâneo que nasce aonde bem entender. Dele utilizamos as flores, que podem virar geleia, salada e mousse!

 

 

 

 

2 – Celósia, espinafre africano (Celosia argentea) – Espécie herbácea anual, usada no paisagismo como forração e bordadura de canteiros, a celósia além de ser incrível pela beleza de suas inflorescências, também pode ter suas sementes e folhas utilizadas na culinária, a exemplo de antigas tradições na África, principalmente na Nigéria. Seu sabor se assemelha ao espinafre, que é seu parente próximo (também uma Amaranthaceae!).

À esquerda, Celosia argentea, à direita, Celosia cristata: ambas com mesmo uso na cozinha.

3 – Jasmim manga (Plumeria rubra) – Lindo arbusto muito usado no paisagismo, quem diria, também possui uso na cozinha! Eventualmente podemos cozinhar com suas flores aromáticas, tomando todo o cuidado com seu látex (leite que sai da planta ao ser cortada) que é tóxico! Já fiz geleia e refogado com suas flores, dão um sabor perfumado e muito agradável aos pratos!

Geleia de jasmim manga feita pela Jaca Verde Panc

4 – Costela de adão (Monstera deliciosa) – Essa planta além de ser linda na composição de jardins de sombra, e para contrastar com troncos de árvores, também possui potencial culinário, através de seu fruto, que é uma espiga de cerca de 40 cm formada por pequenos hexágonos que, quando maduros, começam a se soltar. É nessa hora que o fruto está bom para consumo, pois quando verde contém oxalato de cálcio, substância tóxica que irrita a garganta.

Inflorescência da Monstera e fruto imaturo, ao fundo
Fruto maduro

5 – Pata de elefante (Yucca guatemalensis) – A famosa pata de elefante, planta de garbo e elegância em jardins contemporâneos, tem flores e “palmitos” (brotos terminais) comestíveis, com base na tradição de sua região de origem, a América Central. Pessoalmente já comi e achei muito saboroso, tanto suas flores quanto seu palmito!

“Palmito” dos brotos terminais de Yucca sp

6 – Hibisco da china, papoula (Hibiscus rosa sinensis) – Arbusto muito comum nas cidades, o hibisco (que não é o do chá vendido nos mercados!), a exemplo de seus irmãos, H. acetosella e H. sabdariffa (os hibiscos do chá mais comum!), tem flores de variadas cores e folhas jovens comestíveis. Suas folhas soltam uma mucilagem parecida com a da ora pro nobis, muito boa para engrossar caldos! Além disso suas flores são um belo corante.

Hibisco da china, papoula

7 – Paineira (Chorisia speciosa) – Árvore muito usada na arborização urbana de cidades do Sudeste, a paineira sempre nos brinda a cada ano que passa com suas lindas flores rosas, e em épocas de calor, com sua sombra. As suas flores tem delicioso sabor, podendo ser usadas em saladas ou em outras preparações. Há registros também do uso de folhas bem jovens de paineira como hortaliça, no interior de MG.

Murta (Murraya paniculata

8 – Murta (Murraya paniculata) – Super comum nas ruas de Belo Horizonte (e de outras cidades brasileiras), esse arbusto, que é da mesma família do limão (Rutaceae), possui suas flores brancas e frutos vermelhos comestíveis. Segundo Kinupp, eventualmente suas folhas secas podem ser usadas como condimento, pois é “irmã” da árvore do curry (Murraya koenigii).

 

 

Como reproduzir as PANC?

Depende muito da família botânica a que o vegetal pertence. Alguns são difíceis de reproduzir pois são bem espontâneos, “escolhem” onde vão nascer, muitas vezes em locais inusitados: beira de esgoto, frestas de edifícios e calçadas, etc. Se ver alguma PANC pela rua dando frutos e sementes, vale a pena guarda-las para testar sua germinação, muitas vezes são vegetais valiosos que encontramos pelas ruas da cidade! Se não estiverem dando frutos, talvez seja o caso de retirar estacas entre 15 a 20 cm, com um podão limpo, e coloca-las para enraizar em substrato ou areia lavada (mantendo sempre úmido).

Por: Lucas Mourão – Jaca Verde Panc

Para saber mais sobre PANC, confira a Jaca Verde Panc nas redes sociais:
Facebook: www.facebook.com/jacaverdepanc
Instagram: @jacaverdepanc

Todas as fotos são de autoria de Lucas Mourão (Jaca Verde Panc) e todas as PANC fotografadas foram encontradas no ambiente urbano de Belo Horizonte!

Ahhh as suculentas, impossível não se apaixonar por elas!!

Fofinhas e coloridas, atualmente elas são as queridinhas do mundo das plantas.

São típicas de regiões desérticas (principalmente da África, A.Norte e Central), resistem a grandes variações de temperatura e solos rochosos e pobre em nutrientes.

Existem milhares de espécies de plantas suculentas, classificadas em várias famílias. A maioria pertence as aizoáceas, as cactáceas e as crassuláceas, com mais de mil espécies cada uma.

No Brasil, temos mais de 100 espécies nativas e outas 22.000 espécies espalhadas pelo mundo

A caracteristica principal dessas plantas é a capacidade de acumular água .

Algumas espécies apresentam pêlos, outras uma camada de cera que previnem contra a perda da agua armazenada principalmente nas folhas e caules, ou ainda no tronco ou raizes.

Os cactos, as rosas do deserto (Adenium), os agaves e a espada de São Jorge (Tradescantia), são as suculentas mais conhecidas.

Apresentam formas geométricas, lapidadas, muitas espécies cristatas e variegatas, cores únicas e flores e inflorescências belíssimas. Se tornaram muito desejadas, já que são consideradas plantas de fácil cultivo mas na verdade elas necessitam de todos os cuidados que qualquer outra planta, com exceção da rega.

Cuidados

Luminosidade:

A grande maioria tolera boas horas de sol ao dia, (3 horas no mínimo) desde que sejam acostumadas aos poucos ,e de preferência, ao sol da manhã e do fim da tarde.

Uma boa luminosidade evita o estiolamento: aparência descaracterizada da planta, a cor pálida e o apodrecimento na base.
Há algumas espécies que resistem a locais com boa luminosidade, sem sol direto.

Regas e escolha do vaso ideal :

A rega talvez seja um dos principais cuidados e depende muito do vaso usado,da drenagem do substrato e do clima.

Logo nao ha regras bem definidas ,a nao ser “conhecer ” a planta e oferecer a ela boas condiçoes:local ventilado,baixa umidade e boa luminosidade.

No verão ,com sol a pino, o ideal é a rega matinal, e quando plantadas no substrato ideal toleram dias de chuva, com exceção de algumas espécies raras.

Muitos colecionadores recomendam regar 2x por semana no verão e quinzenalmente no inverno. Essa regra é polemica ,e o que observo no trato diário com elas, isso se aplica mais aos cactos.

No dilema rega/regra,molhe quando sentir o substrato seco. É bem mais fácil perder uma suculenta por excesso de água que por falta.

Evite os pulverizadores,isso aumenta a umidade em torno da planta.

O vaso de cerâmica requer regas mais frequentes, mesmo que impermeabilizados.São os ideiais para os cactos. Os vasos ,pendurados á altura(pendentes) também ressecam mais.

Os de plásticos são os mais comuns , acho ideal para suculentas .

Espécies como as Echeverias, os Kalanchoes e Sedums (principalmente os pendentes) apreciam vasos de boca larga e com profundidade maior.

Já as Hawortias, os Orostachys, Lithops, e várias espécies de cactos ja crescem bem “apertadinhos” em vasos estreitos.

Tenho suculentas plantadas em sapucaia, em tocos de madeira (cuidado com umidade nos períodos de chuva) e algumas plantadas diretamente no solo.

Vasos de cerâmicas quebrados, de diferentes tamanhos, sobrepostos. Formam cascatas maravilhosas. E grandes bacias de suculentas em jardins, dão um toque super charmoso.

Substrato ideal

Há várias receitas sobre o substrato ideal .

Eu uso para suculentas:

  • 2 partes de terra adubada,
  • 1 de areia grossa e 1/2 de húmus de minhoca
  • NPK 04.14.08 na proporção indicada na bula.

Carvão vegetal bem triturado é excelente pra ajudar na drenagem, além de ser antibacteriano, antifúngico. Podemos usar pedriscos e fibra de coco bem cortada e cacos de telha.

Os cactos apreciam solo de pH mais alto e substrato arenoso e pedregoso :

  • 1 parte de terra adubada
  • 1 de areia grossa e ½ de húmus de minhoca(aumenta o PH)

Há espécies de suculentas, que facilmente são confundidas com cactos( Euphorbias).
Uma dica para diferenciar, é a ausência de folhas e látex(seiva leitosa) nos cactos.

Todo cacto é suculenta mas nem toda suculenta é cacto.

O preparo do vaso :argila expandida ou brita no fundo do vaso furado, manta bidim, substrato, acabamentos com pedriscos ou seixo.

Antes de usar os pedriscos é bom lavar bem, escorrer e esperar secar.Uma camada fina sobre o substrato ajuda a controlar umidade além de proteger contra chuva.

Em lojas de Aquarismo há grande opção de pedras que fazem um acabamento lindo em vasos.

Vale o toque pessoal !

Quando as vemos delicadas em vasos ,nao imaginamos o tamanho que a maioria alcança se plantada em um jardim.

Desde que se se faça uma boa preparação na drenagem, é o ideal para quem tem espaço.

Adubação

Quanto a adubação, as suculentas não necessitam de muitos nutrientes.

  • Um adubo composto por N=Nitrogênio- age na parte “verde” da plantas, estimula a brotação.
  • P=Fósforo – estimula a frutificação e floração
  • K=Potássio – estimula o crescimento de raízes, caules e ramos

A vantagem do NPK, é a proporção correta dos macronutrientes em sua composição e por ser um adubo de liberação lenta.

Suculentas:

  • Uso trimestral de NPK 10-10-10.
  • Indicada também a aplicação de farinha de osso no inverno, 60 dias antes da primavera
  • Já os cactos a adubação deve ser feita com adubo granulado fórmula NPK 04.14.08, com pouco nitrogênio.

Reprodução

A reprodução talvez seja o grande trunfo das suculentas. A grande maioria se reproduz por folhas, algumas por estaquia e também por sementes.

E possível fazer mudas dos ramos florais se interromper a floração. Há casos em que voce pode decapitar a planta, quando acontece o estiolamento ou para fazer novas mudas. Basta cortar na altura desejada, passar canela em pó (cicatrizante) e replantar. Deixe a sombra e sem rega por 2 dias. A outra parte que ficou enraizada também solta novas mudas.

É interessante também ter um berçário, com substrato bem seco , acomodar as folhas que caeem e borrifar o substrato diariamente. Quando formar uma boa quantidade de raízes, podemos transferir pra um vasinho.

Ficam lindas em quadros verticais, mini jardins e terrários abertos. Formam lindas composições decorativas (temporárias) para ambientes internos, em xícaras, taças, bandejas e cachepots, imãs de geladeira ,e outras varias ideias criativas que surgem a cada dia.

No Feng Shui, os cactos são considerados guardiões, por serem purificadores de ambientes e, agem como uma barreira para os raios gama.

No Paisagismo ,as suculentas podem ser usadas como forração, isoladas ou em maciços arbustivos e ainda espécies arbéreas.
Composições com pedras, tocos de arvores envelhecidos, formam jardins floridos, originais e de baixa manutenção.

Pragas e doenças:

Ocorrem quando há algum desequilíbrio com a planta.
Pouca ventilação e alta umidade propiciam o aparecimento de pulgões e cochonilhas, que são os maiores vilões das suculentas.

Cochonilha: Tem aparência de um algodão, é fácil retirá-las.

Receitas caseiras como a calda de fumo:

  • Pique o fumo de rolo, deixe-o recoberto com água por 24 horas.
  • Retire o líquido e misture-o com 4 partes de água.
  • Pulverizar por 3 dias.

Dependendo da infestação é recomendável que se lave a planta, retire o máximo com um cotonete ou escovinha bem macia, aplique um inseticida. O Dimy funciona bem. Geralmente elas também atacam as raízes e se necessário, troque o vaso e substrato

A cochonilha de carapaça, que não se solta da folha com facilidade. Uso o Óleo de Neem. Importante lembrar que deve ser diluído, aplicado a sombra e no máximo 3 aplicações. Dê preferencia a dias nublados. O Oleo é fotossensível e o sol pode inibir alguns princípios ativos, além queimar a planta.

Pulgões: chamados também de piolho de planta, são verde-claro, amarronzados e pretos. Podem ser retirados com cotonetes embebidos em água ou álcool, quando descoberto no começo .Em grandes infestações o Dimy inseticida é eficaz.

Lesma e caracois:

Pode-se fazer iscas com potinhos de cerveja ou pedaços de chuchu e fazer a catação manual ou aplicar o Ferramol (não tóxico).

Lagartas:

Observar e localizar seus ninhos no verso das folhas ou em folhas enroladas. Para grandes infestações pulverizações com Dipel ou Agropel encontrados em lojas especializadas .É um inseticida natural contra as lagartas, a base de Bacilus thunrigiensis, que não elimina as joaninhas que auxiliam no combate a cochonilhas e pulgões

Fungos:

Surgem em locais com pouca ventilação quentes e úmidos.
Uso de Dithane ou Manzate BR.

Formigas cortadeiras:

Controle químico – BioStop.

Quando ao uso de inseticidas e herbicidas químicos, fique sempre atento as instruções da bula (diluição, aplicação, toxicidade) e aplica-los sempre com o substrato úmido e sem exposição ao sol.

Antes de usá-los, experimente receitas caseiras e produtos naturais.

Hoje, com mais de 200 espécies em um espaço limitado, tenho um grande fascínio pelo cultivo de suculentas e cactos.Confesso que já perdi muitas por excesso de zelo.

São plantas resistentes, desde que se ofereça um pouco das condições do seu habitat natural.

E no convívio com elas, chego a conclusão que talvez a melhor maneira de cuidar bem de sua suculenta, é seguir as regras básicas, mas saber quando quebra-las .

É o grande fascínio do cultivo.

Conhecer aos poucos a planta, e do que ela gosta e precisa para se desenvolver bem e saudável.

Eu sou Paulo Roberto Xavier,
estudante de Paisagismo e apaixonado por suculentas.

INTRODUÇÃO:

Todas as plantas necessitam de ar, luz, água, temperatura, mistura de plantio, nutrientes para se desenvolverem. Porem a quantidade de cada um destes elementos varia conforme o local de cultivo das plantas. No vídeo de hoje iremos mostrar o que significa cada dica dada nos vídeos de plantas daqui do canal.

DICAS DE CULTIVO:

LUZ:
toda planta precisa de luz para se desenvolver, a melhor luz é a do sol (mesmo que seja indireta).

  • sol pleno: é quando a planta necessita de luz solar direta (ideal que seja no mínimo 4hs)
  •  meia sombra: é a luz solar filtrada, ou ambiente que tenha intensa claridade podendo até receber um pouco de luz direta nas horas mais amenas do dia (início ou final do dia)
  • sombra: é o ambiente sem sol direto, porém uma boa claridade. Porém se for muito obscuro não favorece a planta.

REGA:

toda planta precisa de água para sobreviver. Ela é fundamental para as plantas e está presente em muitas etapas de desenvolvimento vegetal.

  • Rega frequente: é quando a planta necessita de estar com a terra sempre úmida. Normalmente são plantas oriundas de matas e florestas tropicais e ou que tem as folhas mais finas, como as avencas.
  •  Regas moderadas: é quando a planta necessita que a superfície da terra seque um pouco antes de regar novamente. Normalmente são plantas grandes e ou que tenham as folhas mais duras e ou coriáceas.
  • Regas escassas: é praticada em plantas que possuem folhas carnosas como cactos e suculentas. Elas necessitam de intervalos maiores entre uma rega e outra.

MISTURA DE PLANTIO:

É o meio para as plantas se fixarem e enraizarem. Normalmente é feito a base de terra, mas existem plantas, como orquídeas e bromélias, que utilizam outros ingredientes.

  • Mistura clássica de plantio: é quando usamos terra preparda ou substrato para plantio pronto. Pode ser feito também à base de 2 partes terra vegetal e 1 parte esterco, composto orgânico ou húmus de minhoca
  • Terra rica em matéria orgânica: é uma mistura de terra preparada com um pouco mais de composto orgânico ou esterco.
  • Terra arenosa ou porosa: substrato para plantio ou terra preparada acrescida de areia. Para cactos o ideal é mistura uma parte de terra preparada para uma de areia.
  • Terra fibrosa: é aquela que acrescentamos fibras naturais como fibra de coco, xaxim, esfagno, palhas ou cascas.

ADUBAÇÃO:

é a aplicação de produtos que favorece a nutrição das plantas. Os nutrientes são classificados de macro e micro nutrientes e o NPK são os mais necessários e usados pelas plantas.

  • Equilibrada: Possui uma composição mais equilibrada dos nutrientes (NPK 10-10-10)
  • Rica em nitrogênio: Possui um maior percentual de nitrogênio como NPK 20-10-10. ideal para as plantas de folhagens em geral.
  • Rica em fósforo: Possui maior percentual de fósforo como NPK 4-14-8 ou farinha de ossos, ideal para raízes, flores e frutos
  • Rica em Potássio: Possui maior percentual de potássio, como o caso das cinzas de madeira. Indicado para flores, frutos e aumentar a resistência contra a doenças.

PODA:

é a remoção de partes das plantas para proporcionar algum benefício a planta e ao cultivador. Importante o uso de ferramentas limpas e bem afiadas.

  •  Limpeza: poda que retira folhas e ramos secos, amarelados e doentes. É feita sempre que necessário.
  • Brotação: poda para estimular a brotação de ramos, folhas, flores e frutos. Deve ser praticada na época de dormência das plantas ou após a floração ou frutificação
  • Formação ou condução: é a poda para adequar a forma da planta ou conduzir um ramos mau formados. Deve ser praticada quando necessário.

REPRODUÇÃO:

  • sementes
  • divisão de touceiras
  •  estacas de caule
  •  estacas de ponta
  • estacas de folhas
  • fragmentação
  • mergulhia
  • alporquia

CONCLUSÃO: As plantas quando cultivadas adequadamente se desenvolvem melhor e se tornando mais bonitas, saudáveis e resistentes aos ataques de pragas e doenças. É importante respeitar essas necessidades e adequar as formas de cultivo para termos plantas. O ideal é cultivar plantas adaptadas ao seu clima e região. Fechamento tradicional e pergunta se gostou da forma de apresentação.